Após 'fico' no Flamengo, Hernane lança nova camisa do Rubro-negro

12:53 PM Daniel Medeiros 0 Comentarios

    Hernane não só ficou no Flamengo, como também passou a ser o modelo oficial do time. Além do talento dentro das quatro linhas, o "Brocador" mostrou sua competência para apresentar a nova camisa do Rubro-negro, que será lançada ainda nesta quinta-feira pela Adidas.
    O jogador, que tem contrato com a empresa alemã, apresentou o novo uniforme através de suas redes sociais.
    "Hoje é um dia muito especial pra mim!!! E ainda com o novo manto do Mengão, inspirado no carnaval carioca! Uma nação na mesma batida. Parabéns, Adidas. Que camisa linda!", postou o Brocador.
      Inicialmente, o lançamento ocorreria na sexta-feira. No entanto, com o vazamento da imagem da nova camisa em diversos sites internacionais, a Adidas resolveu antecipar a ação de divulgação.
       E a vida de modelo não chega a ser novidade para o atacante. No final de 2013, após se tornar o principal artilheiro do país e sagra-se campeão brasileiro, Hernane já havia sido garoto propaganda da Adidas durante o lançamento da bola oficial da Copa do Mundo.
       No início do mesmo ano, o Brocador, ao lado de outros jogadores do elenco rubro-negro, já tinha apresentado a primeira leva de uniformes da Adidas para o Flamengo.

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Cícero recusa aumento do Santos e bate o pé por 'meio milhão' de salário

12:43 PM Daniel Medeiros 0 Comentarios


 Apesar do técnico Oswaldo de Oliveira convencer o meia Cícero a defender o Santos nesta temporada, a situação do jogador com a diretoria alvinegra continua indefinida. O camisa 8 rejeitou um aumento oferecido pelo Comitê Gestor de R$ 50 mil recentemente, pois não abre mão de receber "meio milhão" por mês (R$ 500 mil).
  Cícero ganha atualmente R$ 350 mil mensais e passaria a receber R$ 400 mil. No entanto, o jogador e seu representante, o agente Eduardo Uram, não aceitaram o acordo. Os direitos do atleta pertencem ao empresário, mas ele está registrado no Tombense/MG.
  Além dos R$ 500 mil mensais, o meia pretende estender seu contrato e, principalmente, vender parte de seus direitos econômicos. Ano passado, Cícero recebeu um reajuste de 25% no seu ordenado após receber uma proposta do Internacional.
  Apesar de brigar por valorização, o Santos alega que não recebeu nenhuma proposta oficial pelo jogador neste ano. A diretoria santista foi apenas informada por Uram de que havia um clube interessado. O Comitê Gestor não foi incrédulo e até prometeu que liberaria o meia caso recebesse o valor da multa rescisória.
 "O jogador é muito importante para o grupo, tem contrato até dezembro de 2014, não recebemos nenhuma proposta de outros clubes por ele. Sobre discussão de valores de salários trata-se de um assunto interno que só diz respeito ao clube e ao atleta", informou a diretoria santista por intermédio de sua assessoria de imprensa.
   A multa de Cícero está avaliada em 6 milhões de euros (aproximadamente R$ 19 milhões). Como detém 50% dos direitos econômicos do volante, o Santos exige que os representantes do atleta desembolsem os 3 milhões de euros (R$ 9 milhões) para liberá-lo.
   Eduardo Uram ofereceu 2 milhões de euros (cerca de R$ 6 milhões) para tentar fechar o acordo, mas a diretoria não aceitou a proposta e propôs ao empresário que ele abra mão de sua parte para ajudar o jogador. Os dirigentes alegam que não partiu do clube o interesse de negociar Cícero. 
   Dentro de campo, Cícero não oferece problemas para o Santos, pelo contrário, o camisa 8 assumiu já assumiu a artilharia do time ao lado de Gabriel Barbosa e Geuvânio neste ano, com cinco gols cada. Em 2013, ele já foi o goleador máximo do Santos, com 24 gols.
    Cícero foi o responsável por abrir a goleada do Santos contra o Bragantino por 5 a 0 nesta quinta-feira, na Vila Belmiro. Quando o time tinha dificuldades para superar a retranca do adversário, o volante acertou um chute de fora da área e fez o primeiro gol do jogo.

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Presidente e oposição assinam acordo para conter violência na Ucrânia

2:40 PM Daniel Medeiros 0 Comentarios

Atualizado em  21 de fevereiro, 2014 - 16:20 (Brasília) 19:20 GMT
O presidente da Ucrânia, Viktor Yanukovych, e líderes da oposição assinaram nesta sexta-feira um acordo para dar fim à atual crise política no país.
Em seus termos, está prevista a formação de um governo de unidade nacional e a realização de nova eleição presidencial antes do fim do ano, de uma reforma eleitoral e de emendas constitucionais que reduzem o poder do presidente.
O acordo foi feito após conversas mediadas por três ministros de Relações Exteriores europeus. Os ministros da Alemanha e da Polônia se encontraram com líderes dos protestos, que depois anunciaram seu apoio oficial às medidas.
Divulgado pelo ministro alemão, o acordo inclui prevê que:
  • A Constituição de 2004 seja reestabelecida dentro de 48 horas, e que um governo de unidade nacional seja formado dentro de dez dias;
  • Uma reforma constitucional para balancear os poderes do presidente, do governo e do parlamento seja iniciada imediatamente e finalizada até setembro;
  • Uma eleição presidencial seja realizada após a nova Constituição ser adotada, com o limite até dezembro de 2014, e novas leis eleitorais serão aprovadas;
  • Uma investigação sobre os recentes atos de violência seja conduzida em conjunto por autoridades, a oposição e o Conselho Europeu;
  • As autoridades não possam impôr um estado de emergência no país, e ambos os lados, autoridades e oposição, evitem o uso de violência;
  • Armas ilegais sejam entregues aos órgãos do Ministério do Interior.
O documento foi assinado por Yanukovych e os líderes da oposição Vitali Klitschko, Arseniv Yatsenyuk e Oleh Tyahnibok na sede da presidência em Kiev.
Ainda não é certo que o acordo será suficiente para aplacar membros mais radicais da oposição, muitos deles do oeste da Ucrânia, que vinham exigindo a renúncia do presidente.
‘Caminho para a Europa’
O ministro de Relações Exteriores da Polônia, Radoslaw Sikorskit, publicou uma mensagem no Twitter em que diz que o acordo "foi bom para a Ucrânia" e que isso abrirá caminho para "uma reforma e para a Europa".
O primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, também saudou a realização do acordo e instou a todos os lados da crise ucraniana a "apoiá-lo e executá-lo de acordo com os prazos acertados".

O acordo veio após o dia mais violento desde o começo dos protestos, em novembro.
A polícia abriu fogo contra os manifestantes na quinta-feira, quando os oposicionistas tentavam afastar os policiais dos seus acampamentos improvisados no centro de Kiev.
Segundo o Ministério da Saúde, 77 pessoas morreram desde terça-feira e 577 ficaram feridas.

Brigas no parlamento

Manifestantes anti-governo, em Kiev
Manifestantes contra o governo se reuniram na Praça da Independência, em Kiev, nesta sexta-feira
Pouco depois que o acordo foi assinado, o parlamento ucraniano aprovou o reestabelecimento da Constituição de 2004, com 386 dos 387 votos possíveis a favor da medida.
A sessão começou com brigas diante da tentativa do porta-voz do parlamento tentar adiar o debate sobre a reforma constitucional. Segundo a mídia ucraniana, a polícia de choque patrulhava o interior do parlamento durante a sessão.
O líder oposicionista Arseniv Yatsenyuk disse que a votação foi "o primeiro passo para reestabelecer a ordem na Ucrânia".
O parlamento também aprovou uma anistia para os manifestantes acusados de envolvimento em atos de violência e a demissão do ministro do Interior, Vitaly Zakharchenko.
Apesar do acordo, conflitos isolados foram registrados na área central de Kiev na manhã desta sexta-feira. A polícia afirmou ter trocado tiros com manifestantes.

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Movimento antivacina gera surto de doenças nos EUA

2:37 PM Daniel Medeiros 0 Comentarios

Atualizado em  21 de fevereiro, 2014 - 0
Criança sendo vacinada. Foto: AFP
Surtos de doenças como sarampo, caxumba e coqueluche costuma ser associados a países pobres
Surtos de doenças como sarampo, caxumba ou coqueluche costumam ser associados a países pobres da África ou da Ásia, onde grande parte da população não tem acesso a vacinação e cuidados médicos.
No entanto, nos últimos anos essas doenças vêm ressurgindo com força nos EUA. Somente no ano passado, foram registrados mais de 24 mil casos de coqueluche no país, segundo dados preliminares do Centers for Disease Control and Prevention (Centros para o Controle e a Prevenção de Doenças, ou CDC, na sigla em inglês), ligado ao Departamento de Saúde dos EUA.
No ano anterior, o número chegou a 48,2 mil, o maior desde 1955. Em 2013, o país registrou ainda 438 casos de caxumba e 189 de sarampo, todas doenças que podem ser prevenidas por vacinas existentes há vários anos.
O fenômeno vem chamando a atenção de especialistas, que relacionam muitos dos surtos ao movimento antivacina, encabeçado por pais que decidem não vacinar seus filhos por motivos que incluem o temor de efeitos colaterais que prejudiquem a saúde da criança.
"No caso da coqueluche, parte dos surtos parece estar ligada ao problema de que a vacina mais amplamente usada não é tão eficaz quanto costumava ser. Mas os casos de caxumba e, especialmente, sarampo, acho que estão relacionados ao movimento antivacina", disse à BBC Brasil a especialista em saúde global Laurie Garrett, do Council on Foreign Relations (CFR).
Garrett é a principal autora de um Cliquemapa interativo lançado pelo CFR que mostra os surtos de doenças evitáveis por vacinas ao redor do mundo de 2008 a 2014.
No mapa, chama a atenção não apenas a alta incidência dessas doenças nos EUA, mas também em países europeus, como a Grã-Bretanha.
"Os níveis de vacinação na Grã-Bretanha para doenças como sarampo, caxumba e rubéola vêm despencando. Há comunidades inteiras em que a cobertura está abaixo de 50%. No caso de uma doença tão contagiosa como o sarampo, qualquer nível abaixo de 90% é perigoso", diz Garrett.

Autismo

O movimento antivacina ganhou força a partir de 1998, quando o pesquisador britânico Andrew Wakefield publicou um estudo que relacionava a vacina Tríplice Viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) ao autismo.
Diversas pesquisas posteriores nunca acharam qualquer ligação entre a vacina e o autismo, e em 2010 uma comissão de ética descobriu que Wakefield havia falsificado dados de seu estudo. Wakefield teve sua licença médica cassada e o estudo foi retirado das publicações.
Mas apesar do descrédito do estudo e de seu autor, a teoria se espalhou, com a ajuda da internet, entre pais temerosos de que a vacina pudesse causar problemas a seus filhos.
Nos EUA, a onda antivacina ganhou visibilidade com a militância de nomes como Jenny McCarthy, ex-coelhinha da Playboy que se tornou uma das porta-vozes do movimento a partir de 2007, depois que seu filho, Evan, foi diagnosticado com autismo.
Hoje há no país diversas entidades destinadas a fornecer informações sobre os supostos riscos das vacinas. Uma das mais antigas e influentes é o National Vaccine Information Center (Centro Nacional de Informações sobre Vacinas, em tradução livre), presidido por Barbara Loe Fisher.
Pioneira do movimento antivacina, Fisher foi uma das fundadoras do centro em 1982 e é autora de três livros sobre o tema.
Ela diz que seu filho, Chris, sofreu uma reação severa à vacina tríplice DPT (contra difteria, coqueluche e tétano) quando tinha dois anos e meio de idade, em 1980, e ficou com sequelas e problemas de aprendizagem.

Número de vacinas

Fisher diz que seu objetivo não é convencer pais a não vacinarem seus filhos, mas lutar pelo direito à informação.
"Queremos educar as pessoas para que entendam sobre os riscos de complicações das vacinas, para que possam tomar decisões bem informadas", disse Fisher à BBC Brasil.
Assim como outros adeptos do movimento, Fisher reclama do poder da indústria farmacêutica e do número de vacinas recomendadas pelo governo americano.
"Esse número triplicou nos últimos 30 anos. Em 1982, eram 23 doses de sete diferentes vacinas até os seis anos de idade. Hoje, o governo recomenda 69 doses de 16 vacinas até os 18 anos", afirma.
As crianças americanas são obrigadas a apresentarem comprovante de vacinação para ingressar na escola. Mas todos os 50 Estados do país permitem isenções médicas, para crianças que, por motivos de saúde, não podem ser vacinadas.
Em 48 Estados também há isenções por motivos religiosos e, em 18 deles, a chamada isenção por crenças pessoais.
Segundo o CDC, no ano escolar de 2012-2013 a taxa de isenção média entre alunos do jardim de infância foi de 1,8%. Em alguns Estados, como Oregon, chegou a 6,5%.

Perfil

"Estudos mostram que muitas crianças não vacinadas têm pais com altos níveis de educação e renda", disse à BBC Brasil a epidemiologista Allison Fisher, do CDC.
Uma análise das áreas onde ocorrem os surtos também dá dicas sobre o perfil das famílias que optam por não vacinar seus filhos.
"Se nosso mapa interativo englobasse os anos 1950, veríamos que, naquela época, os surtos estavam associados à falta de infraestrutura para levar as vacinas às crianças pobres", diz Garrett.
"Isso não ocorre mais. Atualmente o governo federal dos EUA e a maioria dos governos estaduais têm programas de vacinação muito fortes nas comunidades carentes e áreas rurais", afirma.
"Hoje, os surtos nos EUA ocorrem entre populações mais ricas. E isso tem relação com comunidades em que há maior pressão política para acabar com as exigências de vacinação para crianças na escola", diz Garrett.

Riscos

Segundo Allison Fisher, do CDC, como certas doenças não eram vistas havia muito tempo nos EUA, alguns pais simplesmente pensam que elas não existem mais.
"Tentamos chegar aos pais e profissionais de saúde e reforçar que a decisão de não vacinar traz riscos", diz.
Garrett observa que, antes da introdução das vacinas, doenças como sarampo estavam entre as principais causas de morte de crianças nos EUA.
"É imperdoável que hoje em dia, em um país como os EUA, uma criança pegue sarampo", afirma.
Acostumada a viajar pelo mundo em áreas onde o sarampo e outras doenças ainda matam milhares de crianças, por falta de acesso a vacinas, Garrett diz que costuma ouvir nesses países a mesma reclamação.
"Me perguntam por que não têm acesso a vacinas como nós temos nos EUA, pedem por isso", diz.
"A ironia é que você volta aos EUA e ouve todas essas pessoas dizendo: 'Não queremos vacinas'."8:42 (Brasília) 11:42 GMT

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Tia faz boca a boca em sobrinho de 5 meses para livrá-lo da morte nos EUA

2:11 PM Daniel Medeiros 0 Comentarios

 21/02/2014 às 10:30 

Em desespero, Pamela pediu ajuda em estrada da Flórida. Bebê parou de respirar duas vezes antes de equipe de resgate chegar



Pamela Rauseo, 37, faz boca a boca em seu sobrinho Sebastián de la Cruz, de 5 meses, depois que ele parou de respirar em Miami, Flórida

Pamela Rauseo, 37, realizou um desesperado boca a boca em seu sobrinho Sebastián de la Cruz, 5 de meses, depois que ele parou de respirar na quinta-feira no meio de um congestionamento em uma estrada no Estado americano da Flórida.


AP
Policial Amauris Bastidas ajuda no resgate de Sebastián de la Cruz, de 5 meses, que parou de respirar na Flórida

Após parar seu carro no acostamento e sair dele correndo, ela freneticamente gritou para que outros motoristas a ajudassem enquanto a criança ficava azul, informou o New York Daily News. Então ela o deitou em seu colo e começou a fazer o boca a boca enquanto outras pessoas surgiam para ajudá-la.
Por um momento, a motorista Lucila Godoy assumiu os procedimentos de ressuscitação pulmonar, enquanto o fotógrafo Al Diaz correu entre os veículos para encontrar um policial em seu carro de patrulha.
O policial Amauris Bastidas se apressou ao local, onde também tentou o procedimento de boca a boca no pequeno Sebastián. "Eu o levantei e o mexi para cima e para baixo", contou ao Miami Herald. "Ele começou a respirar e a chorar."
Mas o drama não havia acabado para Sebastián e sua tia, que estava aterrorizada com o que acontecia com o sobrinho. "Minha irmã confiou em mim para cuidar dele", afirmou.
O bebê parou de respirar por uma segunda vez antes que as equipes de emergência chegassem e fizessem com que ele, que nasceu prematuro, voltasse a respirar mais uma vez. Sebastián foi levado a um hospital, onde se recupera bem.

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Roubos de diamantes espantam policiais em dois países

1:35 PM Daniel Medeiros 0 Comentarios

Mulher foi presa no aeroporto Pearson, em Toronto, no Canadá, depois de desembarcar de Trinidad & Tobago com mais de 10 mil diamantes escondidos em seu corpo


       Dois casos curiosos espantaram os departamentos de polícia na Europa e na Oceania nesta semana. Na Austrália, a polícia estava à procura de um diamante roubado que vale mais de 100 mil libras e o encontrou durante uma revista por raios-x em um turista britânico, que foi acusado de engoli-lo. A rara pedra rosa foi levada de uma joalheria em Cairns - localizada ao norte da Austrália -, no último fim de semana por um homem que fugiu de bicicleta.
      A polícia prendeu Matthew Osborne, 29 anos, enquanto ele tentava embarcar de Melbourne para a Nova Zelândia. O sargento Greg Giles disse ao canal Australian Broadcasting Corporation que os oficiais ainda precisam recuperar o diamente e suspeitam que o britânico o tenha engolido. A análise dos raios-x, entretanto, foi inconclusiva.

      O dono da pedra, Keith Bird, declarou que a polícia o alertou que o homem teria admitido o roubo e que engoliu o diamante quando se preaparava para viajar. 

      Já uma mulher foi presa no aeroporto Pearson, em Toronto, no Canadá, depois de desembarcar de Trinidad & Tobago com mais de 10 mil diamantes escondidos em seu corpo, declarou a Polícia Montada canadense, nesta quinta-feira, 20.

      “Ela os carregava dentro do corpo”, disse o sagento Richard Rollings. Ele se recusou a elaborar como ela carregava ou em confirmar se ela ingeriu as pedras. “É uma quantidade absurda”, ele acrescentou, de acordo com a AP.

Fonte: mundotodonaweb.blogspot.com.br

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Dilma pede ao papa mensagem para 'Copa contra o racismo'

10:30 AM Daniel Medeiros 0 Comentarios

Atualizado em  21 de fevereiro, 2014 - 18:32 (Brasília) 21:32 GMT
Dilma Rousseff encontra o papa Francisco (foto: AP)
Presidente pede apoio do papa para uma campanha contra o racismo e a discriminação durante a Copa do Mundo
A presidente Dilma Rousseff pediu ao papa uma mensagem contra o preconceito, para ser associada aos esforços do governo em fazer o que ela chamou de "Uma Copa pela Paz e uma Copa contra o racismo".
"Eu vim convidá-lo (para a Copa) e pedir uma mensagem dele sobre esse posicionamento", disse ela a jornalistas após a audiência de cerca de 40 minutos com o pontífice na Sala Paulo 6º no Vaticano, no início da noite desta sexta-feira.
Ela disse acreditar que o papa não deve vir à Copa, mas que deve enviar a mensagem. "Ele tem todo esse compromisso com a questão da paz entre os povos e da luta contra o preconceito, e se mostrou bastante interessado".
Após o encontro, o pontífice recebeu membros da comitiva presidencial, e trocou presentes com Dilma.
Ela deu a ele uma camiseta da seleção com dedicatória de Pelé, uma bola com dedicatória de Ronaldo "Fenômeno” e uma coleção de livros sobre a história dos jesuítas no Brasil, em "um reconhecimento da importância dos jesuítas na formação do Brasil".
Em troca, recebeu do papa "um terço, uma imagem do anjo da paz e uma medalha para minha filha".
Bem-humorada, ela contou que, ao falar sobre a Copa, pediu ao papa "que a neutralidade fosse mantida, por parte do santo padre, e que a mão de Deus não empurasse a bola de ninguém".

Terceiro encontro

Esste foi o terceiro encontro da presidente com o papa em menos de um ano. Dilma foi a primeira chefe de Estado recebida por Francisco no Vaticano, logo que assumiu o papado, em março de 2013. Depois ela recebeu o papa na chegada deste ao Brasil para o Encontro Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, em julho.
O presidente anterior, Luis Inácio Lula da Silva, que tinha, historicamente, uma relação bem mais próxima com a Igreja Católica, se encontrou duas vezes com o papa em oito anos de mandato (em 2007, na vista de Bento 16 ao Brasil, e em 2008, em visita ao Vaticano).
A presidente chegou a Roma nesta sexta-feira por volta do meio-dia (hora local, 08h00 em Brasília) e passou a tarde descansando na residência oficial da Embaixada brasileira em Roma, o Palazzo Panphilj, onde está hospedada.
Apesar de ser um suntuoso e histórico palácio, inaugurado em 1650, o complexo localizado na Piazza Navona é uma opção bem mais modesta do que o hotel cinco estrelas Westin Excelsior, usado pela presidenta e sua comitiva na sua passagem por Roma em março de 2013, para seu primeiro encontro com o papa Francisco, logo que este assumiu o papado.
Na ocasião, Dilma e sua comitiva teriam gastado, segundo relatos na imprensa, o equivalente a R$ 324 milhões, provocando duras críticas da oposição.
No sábado pela manhã, Dilma acompanha a consagração como cardeal do arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, no Consistório para Criação de Novos Cardeais.
Segundo representantes do governo, Dilma tem uma relação "próxima" com Dom Orani, e sua presença na cerimônia seria um dos principais motivos para esta passagem por Roma.
Ainda no sábado poderá ocorrer o encontro com o presidente da Itália, Giorgio Napolitano, cancelado na sexta-feira por "dificuldades de agenda".
A Itália está sem governo desde a renúncia do primeiro-ministro Enrico Letto, há uma semanana, e Napolitano pediu que o líder do partido Democrático, o prefeito de Florença, Matteo Renzi, formasse um novo governo.
A expectativa era de que Renzi poderia chegar a um acordo de coalizão com partidos menores nesses dias, e, neste caso, caberia ao presidente, Napolitano, a confirmação de Renzi como novo primeiro-ministro e o anúncio de um novo governo.
Nesta situação, o próprio governo brasileiro sabia que a prioridade de Napolitano seria a confirmação do novo governo do país, em detrimento do encontro com Dilma.
Dilma disse após o encontro com papa que "amanhã (sãbado) tudo indica que vai ser formado novo governo (na Itália), então as possibilidades de agenda do presidente não estão abertas".

Domingo ela segue para Bruxelas, onde participa da sétima Cúpula Brasil-União Europeia.

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